quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Um ano de intensas emoções

Eu não me canso de falar que esse ano pra mim foi intensamente bom e intensamente ruim, sabe? Bom e ruim no mesmo nível... Coisas maravilhosas aconteceram, e vários momentos ruins eu tive, é claro, todos os anos acontecem coisas assim, porém, esse ano foi o mais próximo que eu cheguei de 2013.

Eu costumo falar que 2013 foi o ano das trevas pra mim, tudo de ruim aconteceu, foi tanta coisa ruim que eu não consigo me lembrar de coisas boas... Era bullying, a insegurança, coisas que aconteciam comigo que acabou afetando minha mãe, a falta de amigos, e os poucos amigos que eu tinha, eu não sentia que eram meus amigos de verdade, sabe? Sem falar na quase tentativa de suicídio. Enfim... Deu pra entender, né?

Eu queria deixar esse texto mais pro final do ano, mas senti a necessidade de escreve-lo hoje. Nada mais lógico do que começar pelo começo, não é mesmo? Então vamos lá! Em meados de fevereiro desse ano, eu estava totalmente travado e com medo da escola nova, aonde eu só conhecia duas pessoas, sendo que uma dessas pessoas me odeia, e a outra não foi comigo no meu primeiro dia. Eu estava esperando o pior, estava esperando não fazer amigos, ninguém falar comigo, até apanhar (sério) sem falar que eu morria de medo de alguém não gostar de mim e implicar comigo, imagina só se na minha sala tem aqueles meninos repetentes que te zoam por qualquer coisinha que eles não gostarem em você? 
Eu até separei uma playlist pra ir ouvindo e ir me preparando pro pior.

Print do grupo do Facebook Taylor que pariu
No final das contas o primeiro dia de aula foi super normal, teve gincana para "os alunos se conhecerem" sendo que nenhum aluno novo na escola iria interagir por timidez.

O porquê de eu contar do começo das minhas aulas? Simples! Foi na escola que eu tive esse ápices
de alegria e tristeza. Quando você na ta escola, as suas experiências lá acabam influenciando muito na sua vida. É com amigos de escola que você briga, se apaixona, vive coisas especiais...

Entre as coisas boas que eu vivi foram: Conhecer gente incrível, que eu gosto de verdade, mesmo que eu não fale mais com alguém que eu falava no começo, eu fico grato por cada amizade que eu fiz esse ano. Conheci uma menina com quem eu me identifico em vários pontos, e a gente se entende e de certa forma a gente se ajuda, mesmo ela sendo mais "foda-se" e eu sendo mais "Você foi muito grossa, calma". Conheci também uma menina de uma personalidade tão doce e adorável, a personalidade que eu sonho em ter, ela não tem maldade em seus olhos e ela chega ser fofa tentando ser mais "Eu não ligo para os seus sentimentos" enquanto na verdade ela liga, e não quer te ver mal; Mesmo a gente não se falando mais, por motivos que eu nem sei direito, eu ainda adoro ela e admiro ela muito. E eu fiz amizade também com uma menina que eu queria ser amigo bem antes de começar as aulas porque eu já stalkeava ela no Facebook. E é claro que eu não vou ficar aqui falando sobre todas as pessoas maravilhosas que eu conheci, e todos os pequenos momentos especiais que eu vivi com cada uma dessas pessoas, eu vou ser eternamente grato e cada um deles.

Agora vamos a parte ruim... Esse ano a insegurança de 2013 bateu na minha porta e decidiu ficar por um bom tempo, eu tive momentos de medo em que eu só queria chorar no banheiro até todos irem embora. Um menino começou a implicar comigo, e eu gostava de outro menino que eu achava bom de mais pra mim, que na verdade não merece os sentimentos de ninguém, e os comentários maldosos desse outro menino me afetaram tanto que eu me sentia menos do que eu era, com isso eu voltei a fazer aquelas coisas que eu fazia em 2013, mas isso foi no começo e metade do ano, agora, quase no final, falando apenas 2 meses para o último mês do ano, eu conclui uma coisa que eu já sabia: Em apenas um ano a gente vive e aprende tanta coisa, com as pessoas e com você mesmo.

Apesar de eu ainda estar passando por essa maldita fase adolescente que parece que nunca acaba, eu to começando a me entender e descobrir quem eu vou ser. Mesmo tendo aqueles momentos "O que ta acon tessendo? Qual é a razão de vivermos?"
E essa insegurança toda que estava passando, e essa última paixonite me fez dar um tempo para me amar antes de tentar amar outra pessoa. E nada foi em vão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário