Carmen é a minha parte sombria que eu tanto tento dominar, é dela que vem a confiança, o desejo, a arte, é dela que vem a dor. Talvez tenha ficado claro, de uma forma que nunca tinha ficado antes, de uma forma que eu nem consigo explicar. Parece que as lágrimas querem descer para fazer o trabalho de ter que escrever sobre, e talvez colocar para fora seja a melhor solução, não para a dor perder o sentido, mas sim me ajudar a entender. Eu só quero entender. O que esteve de errado comigo por todos esses anos. Eu temi que esse fosse o assunto mal resolvido que eu ouvi falar no começo do mês. Meu problema talvez não seja ser lerdo para as coisas, mas sim eu não querer enfrenta-las. Eu preciso tirar isso do peito, para ser de certa forma eu mesmo.
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