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domingo, 17 de dezembro de 2023

Resenha de Ruby Marinho: Monstro Adolescente (2023)

    


    Lembro-me de quando saiu o trailer de Ruby Marinho, animação da Dreamworks. Estava com as expectativas super altas porque colocar uma sereia ruiva como vilã já me parecia o suficiente. Detalhe o que trailer saiu na mesma época que os conteúdos promocionais do live action da Pequena Sereia.

    Sabemos do histórico que a Dreamworks tem de satirizar contos de fadas, tema marca registrada da Disney. E a Dreamworks conseguiu fazer isso muito bem nos universos de Shrek e Gato de Botas, as animações desse estúdio de forma geral são muito boas e me agradam, mas vamos ao filme em questão:

    Acredito que pelo período de divulgação, Ruby Marinho passou por mim, fez um hype e sumiu da minha memória. Não vi literalmente mais nada sobre, meses depois me lembrei que ele havia sido lançado e comentei com um colega da faculdade. Ele me disse que assistiu mas achou muito infantil, e acredite, eu não tenho problemas com isso!

    Não me lembro aonde mais eu havia visto resenhas e comentários, mas todos não haviam gostado. Até que hoje, 6 meses depois do lançamento, eu parei para assistir.

    O filme começou muito bem pra mim, toda a estética, ela criando coragem para chamar o menino que gosta para o baile, as questões que sua mãe tem com a água, tudo isso me agradou muito, acho que até o momento que ela se transforma. Depois disso o filme se passa quase todo em torno disso, dela treinando em baixo d'água com sua avó. 

    Toda a história dela fora d'água fica em segundo plano. A motivação da rixa entre sereias e krakens não fica muito clara pra mim, parece só uma disputa de poder entre duas polaridades, quem quer ter o poder do tridente para governar todos os mares.

    A real é que é um filme bem infantil, até pra mim. Durante um momento me lembrei de Red: Crescer é uma Fera (2022) por conta das questões familiares, mas no caso de Ruby Marinho, tudo é abordado de forma extremamente superficial. 

    Me lembrei também de Luca (2021) pela questão de ter que esconder quem realmente é, o preconceito para com criaturas míticas marinhas, mas como no primeiro caso, esse também foi abordado de forma extremamente superficial.

    Toda família marinho é azul e falar que eles são canadenses é o suficiente para passar por esse pequeno detalhe. Tem também o fato de que eles são os únicos que não possuem nariz, tem nadadeiras no lugar dos ouvidos e tem apenas quatro dedos.

    É um filme infantil, e esta tudo bem. Eu gosto de assistir filmes infantis. O que me decepciona era o grande potencial de narrativas que se perderam. 

    Muita gente que eu conheço não gosta de Trolls (2016), mas eu adoro, consigo me conectar de certa forma. Diferente de Ruby Marinho que não me emocionou em momento nenhum.

    

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Diário de leitura #1: Um Amor Para Recordar

Um Amor Para Recordar:
Autor: Nicholas Sparks;
Fim da leitura: 21/07/2014;
Número de páginas: 185;
Sinopse:
Cada mês de abril, quando o vento sopra do mar e se mistura com o perfume de violetas, Landon Carter recorda seu último ano na High Beaufort. Isso era 1958 e Landon já tinha namorado uma ou duas meninas. Ele sempre jurou que já tinha se apaixonado antes. Certamente a última pessoa na cidade que pensava em se apaixonar era Jamie Sullivan, a filha do pastor da Igreja Batista da cidade. A menina quieta que carregava sempre uma Bíblia com seus materiais escolares. Jamie parecia contente em viver num mundo diferente dos outros adolescentes. Ela cuidava de seu pai viúvo, salvava os animais machucados e auxiliava o orfanato local.

Os 2 últimos livros que eu li foram no Nicholas, A Última Música e Querido John, ambos pegados na biblioteca municipal, e quando eu voltei pra pegar outro livro fiquei em dúvida entre: Cidade de Papel (John Green) e Um Amor Para Recordar (Nicholas Sparks) eu já havia lido a sinopse do livro do John e... acho que a história não me agradaria tanto. Por já ter visto o filme e ser um dos meus favoritos, eu acabei pegando Um amor pra recordar.

Eu me decepcionei e ao mesmo tempo fiquei feliz pela história do livro não ser exatamente como a do filme, fiquei feliz pelo fato de que eu fui ler o livro uns 3 dias depois que eu peguei na biblioteca, por pensar "Ah, eu já sei a história e o livro é pequeno eu termino ele rapidinho" e quando eu peguei pra ler eu fui ver que as coisas eram bem diferentes do que eu esperava, isso me pegou de surpresa, me fazendo querer ler mais e mais.
E me decepcionou pelo fato de que o filme me agradou mais, não que o livro seja ruim, muito pelo contrário, ele estava bom até o capitulo 12, aonde as coisas ficaram muito ZZZZZ foi muita tristeza, muito choro, e mesmo sendo um capitulo meio chato der ler, eu me emocionei em certa parte, e meio que me deu um nó na garganta em outras.

O livro é bom, não melhor que o filme, cada um tem os seus pontos positivos e negativos, me pegar de surpresa com uma história totalmente diferente do que eu esperava foi o que eu mais gostei e que me fez querer continuar a ler. Acredito que o filme seja melhor pelo simples fato de que no livro, você não sente aquela emoção que você sente vendo o filme, mas no livro tudo é bem detalhado, esclarecendo e tendo sempre um "Porque..." Por que ter uma peça, por que Landon como uma dos personagens principais, por que da Jamie sempre carregar a bíblia...

Em uma nota de 0 a 10 eu dou 8 para o livro, e super o recomendo!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Resenha: Tempos Modernos

    Olá! Hoje venho com mais um filme pra vocês, e o legal desse filme é que: você pode assisti-lo apenas pelo lado cômico do filme ou pelo lado da história e prestar a atenção na vida das pessoas nas fabricas, no período da revolução industrial. Já sabem que filme é esse? Sim. Tempos Modernos (1936)


    Logo no começo do filme a gente percebe o ritmo frenético e intenso que é o dia-a-dia de trabalho de um operário, e que o objetivo dos patrões é sempre produzir mais, para você ter uma ideia se você ficasse doente e tivesse que deixar o seu posto de trabalho você seria substituído, como a mão de obra era de sobra dava aos donos das fabricas a opção de trocar de operário caso você não estivesse satisfeito.
    No filme Charlie Chaplin é preso diversas vezes - muitas vezes sendo inocente - e sempre que saia da prisão ele ia em busca de emprego o que é um ponto pra darmos mais atenção. A busca por emprego era muito intensa mesmo você ganhando pouco (Que é resultado do grande número de proletariados a procura de emprego) era o que tinha no momento de certa forma eles precisariam comer, ter um lugar pra morar e o trabalho com um salario baixo era a única opção.

    Tempos Modernos, mesmo sendo um filme mudo você entende todo o drama da história, aonde que no filmes é tratado com muito humor, e por isso que eu super recomendo. mesmo tratando de um assunto sério você da muitas risadas.

Uma das minhas cenas favoritas:

sábado, 7 de junho de 2014

Resenha: Filme Malévola.

    Ok, primeiro vou me explicar porque andei distante do blog esses dias, entrou a semana de provas e tem trabalhos, seminários... e fica difícil atualizar diariamente o blog, porque pra fazer um post bom, precisa de tempo e isso é o que eu menos to tendo.


    E... quero avisar que pode ter alguns spoilers e se você não assistiu ao filme e não gosta de ficar sabendo das coisas antes da hora não leia post, assista ao filme e depois volta aqui. Okay? Okay.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Resenha: Os imortais - Terra de sombras

  Olá pessoa lindas, primeira resenha do blog pra vocês HEEE!
A resenha de hoje vai ser do livro "Terra de sombra" da série "Os imortais" escrito por Alyson Noël.

Sinopse:
     Para eles, o verdadeiro amor não tem fim!
Ever e Damen atravessaram diversas vidas e enfrentaram os mais terríveis inimigos com um só objetivo: ficar eternamente juntos. E quando esse sonho está ao alcance das mãos, um poderoso feitiço cai sobre Damen.
    Agora, para ele, simplesmente tocá-la ou encostar os lábios nos dela significaria a morte, o exílio definitivo em uma terra de sombras.
    Desesperada por livrá-lo da maldição, Ever mergulha de corpo e alma na magia e encontra uma ajuda inesperada: um surfista chamado Jude. Apesar da profunda lealdade a Damen, é inevitável que ela se sinta atraída por esse garoto estranhamente familiar, de olhos verdes, dons mágicos e passado misterioso.
    Ever sempre acreditou que Damen fosse seu destino - mas e se o futuro tiver reservado outros planos? Com Jude cada vez próximo, pela primeira vez em séculos esse amor é posto à prova.


Mais ou menos no meio da leitura eu já tinha uma opinião formada do livro, eu fiquei bastante empolgado em começar a ler e sem dúvidas eu gostei bastante da história, e vou ler os outros volumes.

O livro é narrado por Ever e apesar de ter amado o jeito que ela e Damen se amam teve vezes que me deu vontade de entrar na história e dar na cara dessa !@#$%¨.

O único defeito do livro que eu não posso deixar de falar é que a Alyson Noël repete muito umas ações que poderia ter sido substituídas por outras, por exemplo: Praticamente em todos os capítulos sempre tem alguém que "Da de ombros" ou "Engole em seco" tipo, tinha momentos em que nem era necessário, mas... né!?

O livro tem uma leitura muito fácil, e... eu recomendo!